Uma etiqueta destrutível só cumpre sua função de segurança se for validada por testes técnicos independentes. É isso que os laudos e certificações fazem: comprovam, com metodologia e critério externos à empresa, que o material atende ao que promete.

Laudos laboratoriais

Laudo MAEDA. Valida a conformidade, performance e segurança dos materiais empregados na fabricação das etiquetas automotivas destrutíveis, cobrindo resistência mecânica e adequação normativa.

Laudo IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas). Avaliação científica independente que certifica a qualidade dos processos e insumos, respaldando a confiabilidade de cada lote produzido.

Certificações institucionais

  • CADRI — Certificado de Aprovação para Destinação de Resíduos Industriais, que garante o descarte responsável e ambientalmente correto dos resíduos gerados na produção.
  • CIPA — Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, que assegura um ambiente de trabalho seguro e alinhado às normas brasileiras de segurança do trabalho.
  • CETESB — Companhia Ambiental do Estado de São Paulo, que atesta o compromisso com a preservação ambiental e o licenciamento regular da operação.
  • CLCB — Certificado de Licenciamento do Corpo de Bombeiros, comprovação de condições de segurança contra incêndio e pânico nas instalações.
  • PPRA — Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, que documenta as medidas preventivas adotadas para proteger a saúde ocupacional dos colaboradores.
  • PCMSO — Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional, voltado ao acompanhamento e à prevenção de agravos à saúde da equipe.
  • LENCO — Centro de Controle Tecnológico, reconhecimento técnico que reforça a confiabilidade dos ensaios e laudos realizados em rotina.

Por que isso importa para quem compra

Ao avaliar um fornecedor de etiquetas destrutíveis, pedir os laudos técnicos é a forma mais direta de confirmar que o material atende aos critérios da Resolução CONTRAN 968/2022 — e não apenas ao que está descrito na ficha comercial do produto. Certificações ambientais e de segurança do trabalho, por sua vez, indicam uma operação madura e alinhada às exigências regulatórias em toda a cadeia, não só no produto final.